quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Exposição itinerante "Árvores Nativas de Portugal".


Sendo um dos temas do Eco Escolas a "Floresta", e comemorando-se no dia 23 de novembro o dia da Floresta Autóctone, a Escola Básica de Gualtar, teve exposta, desde o dia 30 de outubro até ao dia 5 de novembro, a Exposição itinerante "Árvores Nativas de Portugal".

Esta exposição “Árvores Nativas de Portugal” produzida pela ABAE - Programa Eco Escolas, em parceria com a Biodiversity4all e apoiada pelo Fundo Ambiental, chegou à nossa escola através do Município de Braga. A exposição é composta por: 21 k-lines de formato A1 (introdução, seguida de descrição de vinte espécies de árvores nativas de Portugal); um Guia de interpretação da exposição e uma ficha de leitura da exposição.






















A exposição foi visitada e apreciada por alunos desde o 1º até ao 3ºCiclo, num total de 17 turmas, tendo os docentes motivado para a importância da Floresta e da Plantação de Árvores Autóctones. Alguns Encarregados de Educação, Assistentes Operacionais e Professores também a visitaram e admiraram.
Um pequeno questionário foi disponibilizado aos alunos durante a visita, tendo simultaneamente o apoio de um livro explicativo.  
Brevemente, serão publicados alguns textos e fotos sobre esta atividade, tanto na plataforma Eco Escolas, como no Blogue Eco Escolas, na Página da Escola e no blogue Jovens Repórteres do Ambiente.
Proximamente, professores e alunos integrados no projeto Eco Escolas procederão ao mapeamento das árvores da nossa Escola, para identificação e valorização do património natural.

Finalmente, um especial agradecimento ao Município de Braga, mais propriamente ao Pelouro do Ambiente, por nos proporcionar esta exposição, assim como aos Assistentes operacionais  Sr. Lima e D.Celeste, pelo apoio na logística inerente.


Recordemos algumas das árvores nativas portuguesas e suas particularidades:
Amieiro - estabelece uma relação de simbiose com bactérias que fixam o azoto;
Azevinho – espécie protegida por lei; 
Azinheira – em anos com pouca comida as bolotas da azinheira eram misturadas com trigo e outros cereais para fabricar o pão; 
Carvalho alvarinho - a madeira do carvalho alvarinho é usada para fazer tonéis, para envelhecimento do vinho;
Carvalho negral – os bugalhos são reações da planta à picadas de insectos; 
Carvalho cerquinho – já foi uma espécie dominante em Portugal; 
Castanheiro – o castanheiro tem uma longevidade muito reduzida, até 30 anos;
Choupo-branco – o seu nome é choupo-branco, mas as folhas são muito escuras; 
Dragoeiro – foi muito utilizado em fármacos e tinturaria, sua seiva era chamada sangue de leão e era comercializada a preços muito elevados; 
Freixo-de-folhas-estreitas - utilizam-se as folhas e as sementes para curar o reumatismo; 
Lódão-bastardo, o seu fruto terá sido usado na história antiga por ser doce, agradável e saudável; Loureiro – é utilizado em culinária e para fins medicinais; 
Medronheiro - em medicina popular era utilizado como diurético e como antisséptico das vias urinárias;
Oliveira - é uma espécie com elevado interesse económico (azeitona e azeite);
Pilriteiro - os frutos são usados em medicina tradicional e em certos países são usados na preparação de bebidas alcoólicas;
Pinheiro-manso – o seu fruto pinhão, constitui nalgumas zonas um importante rendimento económico;
Salgueiro-branco – foi a partir do salgueiro-branco que foi descoberta a aspirina; 
Sobreiro - em 2011, a Assembleia da República declarou-o como "árvore nacional"; 
Teixo  - é uma árvore que pode viver até 1500 a 2000 anos;
Ulmeiro – a madeira do ulmeiro resiste bem debaixo de água.


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Exposição "Árvores Nativas de Portugal"



Sendo um dos temas do Eco Escolas a "Floresta", e comemorando-se no dia 23 de novembro o dia da  Floresta Autóctone, a Escola Básica de Gualtar, tem exposto, até ao próximo dia 5 de novembro a Exposição itinerante "Árvores Nativas de Portugal", composta por 20 painéis e livro explicativo. 

A exposição   “Árvores Nativas de Portugal” produzida pela ABAE - Programa Eco-Escolas, em parceria com a Biodiversity4all e apoiada pelo Fundo Ambiental, chega à nossa escola através do Município de Braga.

Ficam desde já convidados a visitar esta exposição, que tem como objetivo principal motivar todo o cidadão para a importância da Floresta e da Plantação de Árvores Autóctones.



terça-feira, 16 de outubro de 2018

Castanheiro-da-índia


O conhecido “castanheiro-da-índia” deve o seu nome porque, ao fim do séc. XIX,  se pensou que esta era originária das montanhas da Índia, vindo a descobrir-se que afinal nascia nas zonas montanhosas da Grécia e Turquia.
É uma planta (árvore) medicinal popularmente utilizada para tratar diversos problemas de saúde, principalmente aqueles relacionados com a circulação sanguínea.
É preciso alertar também para o facto de que as castanhas-da-índia não são comestíveis, sendo costume entre nós utilizá-las contra a traça, nos roupeiros e nas cómodas. 





Cerimónia de entrega de galardões e Bandeiras Verdes



quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Cerimónia de entrega de galardões e Bandeiras Verdes

No pretérito dia 4 de outubro de 2018, um quente dia outonal, realizou-se o Encontro Nacional de Eco-Escolas, na cidade de Pombal, para entrega dos galardões e Bandeiras Verdes.
Dinamizada pela ABAE, Associação de Bandeira Azul da Europa, em consonância com a Câmara Municipal de Braga, Pelouro do Ambiente, (assim como outros municípios), a nossa jornada envolveu um grupo de 50 alunos e professores bracarenses, de várias Escolas do concelho, numa atividade integradora que durou todo o dia.
As atividades foram iniciadas com vários “Stand” de Eco-Mostra.
                A sessão de abertura oficial foi aberta por José Archer (Presidente da ABAE); Ana Cabral (Vereadora da Educação da CM de Pombal);  José Vítor Pedroso (Diretor Geral da DGE); Célia Ramos (Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza).
Foi apresentado o programa Eco-Escolas: uma estratégia de educação para a Cidadania.
Seguidamente, procedeu-se ao balanço 2017/18: o reconhecimento das “Escolas Madrinhas 2017/2018”, assim como os “Eco-Agrupamentos 2017/2018” (100% Eco-Escolas).
Relativamente às atividades 2017-18, foram distribuídos os prémios: Geração Depositrão; Roupas Usadas, não estão acabadas; Alimentação Saudável e Sustentável; Hortas Bio nas Eco-Escolas; Desafio Tetrapak; Desafio UHU; Concurso Nacional Poster Eco-Código; Brigada Verde da Floresta.
Após o almoço, num ambiente descontraído de piquenique, teve lugar o clímax da sessão: o espectáculo com o cantor convidado Paulo Sousa! Miúdos e graúdos, todos vibraram com as canções entoadas em coro, dançando animadamente e batendo palmas.
Finalmente, a esperada “Entrega das bandeiras Verdes 2017/2018”, a cerimónia oficial de reconhecimento do trabalho desenvolvido.
                No término da sessão, procedeu-se à distribuição do lanche e kit de materiais às crianças e jovens participantes.                                                        

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Encontro Nacional sobre «Flexibilidade curricular e Eco- Escolas»

“Enough, for all, forever” 


     Na nublada manhã do dia 24 do quente e instável mês de julho de 2018, duas Docentes da EB2.3 de Gualtar, em representação do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, rumaram à capital, para participar no Encontro «Flexibilidade curricular e Eco- Escolas», uma reunião para esclarecimentos e partilha de ideias, a nível nacional.
     Após uma breve alocução do Sr. Secretário de Estado João Costa, subordinada ao tema «Cidadania ambiental: uma visão estratégica», seguida de outras (Eulália Alexandre, Subdiretora-Geral da Direção Geral de Educação, Francisco Teixeira, Diretor do departamento de Comunicação e Cidadania Ambiental, da Agência Portuguesa do Ambiente, Margarida Gomes, coordenadora nacional do Programa Eco -Escolas/ABAE) e dum sucinto enquadramento legal, foram salientados o novo perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, o processo ativo dos alunos na investigação /diagnóstico de problemas locais ou mesmo da própria Escola, a intervenção como cidadão consciente, prezando sobretudo a vertente ambiental, o papel alavancador dos filhos como agentes educativos (mesmo dos próprios progenitores).
    Realçou-se o papel das parcerias como método mais enriquecedor e motivador para a descoberta de soluções, em prol da sociedade civil.
   Após uma breve pausa, retomaram-se os trabalhos com a apresentação de duas Eco- escolas e respetivos projetos.
    No ano letivo 2018 /2019, tendo como pano de fundo ainda a vertente «Floresta», (iniciada no ano anterior) a temática «Mar» foi eleita como fulcral para o projeto Eco- Escolas.
    Finalmente, a prática de ações tendentes a contribuir para a sustentabilidade do planeta azul será a maior preocupação de todos para um mundo melhor.
  «Enough, for all, forever»: um bom lema para o Projeto Eco- Escolas (um planeta com recursos suficientes, para todos, sustentável e duradouro). 

                                                                            As Professoras: Maria de Fátima Rebelo de Sá                                                                                                                          e
                                                                                  Maria de Fátima Pimentel Torres Gaspar

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Campanha de recolha de tampinhas, rolhas e pilhas na Escola Básica de Gualtar

 



Os alunos da Escola Básica de Gualtar aderiram, de forma satisfatória, à campanha de recolha de resíduos na escola.  De salientar, que as turmas A e B do 5.º ano comprometeram-se em colocar semanalmente tampinhas, rolhas e pilhas nos locais destinados para o efeito e cumpriram!